No último dia 29, na Estação Experimental de Tupi (Horto de Tupi), foi realizada uma aula de campo com estudantes da disciplina integrada “Projetos de Educação Ambiental” do Programa de Pós-Graduação em Rede Nacional para Ensino das Ciências Ambientais (PROFCIAMB) e graduandos da disciplina “Metodologia de Ensino em Ciências II” da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ/USP0, reunindo pós-graduação e graduação, com os professores da USP Tadeu Malheiros, Fernanda Fernandez e Vânia Massabni.
Foi desenvolvido um “banho de floresta” e a “Trilha das Águas”, primeiro trabalhando a imersão nos sentidos e a conexão com a natureza, depois dialogando sobre o papel socioambiental da Estação Experimental de Tupi, sua história, metodologias utilizadas nas trilhas e temas socioambientais gerais, como bacias hidrográficas e mudanças climáticas, a partir da experiência local.
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Maria Luísa Bonazzi Palmieri, especialista ambiental do Instituto de Pesquisas Ambientais, docente do Programa de Pós-Graduação em Rede Nacional para Ensino das Ciências Ambientais – Associada USP e responsável pela condução da atividade, comentou: “Foi um prazer receber esses estudantes e professores. Antes da visita, apresentamos a ambas as turmas os programas de educação ambiental da Estação Experimental de Tupi, em aulas prévias, de modo que na visita pudemos aprofundar a reflexão sobre o papel das áreas protegidas como espaços de educação ambiental”.
A estudante de mestrado do PROFCIAMB Cristina Araújo de Sousa elogiou a experiência: “Fui sensibilizada, impactada e conectada com a natureza! Aprendi, interagi, saí com o desejo de contribuir e fazer parte dos projetos da Estação Experimental de Tupi. Muito obrigada por todo o conhecimento compartilhado. Mesmo não morando em Piracicaba, senti que faço parte desse lugar incrível!”. Taynara Cristine Bessi, do quinto ano de Graduação em Ciências Biológicas, complementou: “Vivenciei uma experiência de imersão na natureza muito dinâmica e criativa, a qual eu nunca havia vivenciado antes. Até fiz algumas reflexões sobre como nós podemos ver e experimentar áreas verdes com diferentes perspectivas, encarando a floresta não só como um recurso a ser explorado pelos seres humanos”.
Texto: Maria Luísa Bonazzi Palmieri


